De acordo com Claudevane, o Hblem vive o seu pior momento e a situação do hospital está insustentável. “A proposta de estadualização é uma alternativa viável, porém precisa ser discutida”, afirmou.
Vane completou ainda que a maior unidade médico-hospitalar pública do sul da Bahia está com muitas dívidas e passa por um sucateamento na sua estrutura.
“A estadualização é vista pelo governo baiano como única saída para reverter o quadro, mas é preciso ouvir as opiniões e decidir pelo que for melhor para população”, concluiu.
Para discutir o assunto foram chamados representantes da Secretaria de Saúde do Estado e do município, sindicatos, associações, Conselho Municipal de Saúde e a sociedade civil organizada.