No Tweeter, a frase definitiva de Glenn Greenwald sobre o jornalismo de Veja:
Michel Temer deu golpe até no ensaio nu da cunhada
por Domingos Matos
escrito por Domingos Matos
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Antes de descobrir que Marcela Temer é “bela, recatada e do lar”, conforme uma reportagem que se tivesse saído em 1820 já seria patética e que supera a Caras no jornalismo lambe botas, a Veja e a Abril estavam interessadas em outras virtudes dela — e de sua irmã.
Em 2011, quando a empresa não estava tão na draga e ele era “inimigo”, ou seja, vice de fato de Dilma ainda sem perspectiva de trair e virar a grande esperança branca do golpe, a Playboy tentou publicar um ensaio com Fernanda Tedeschi Araújo, cunhada de MT.
Fernanda topou, mas desistiu mais tarde. Uma matéria na Veja daquele ano, cujo tom maledicente e obtuso contrasta com a reverência obtusa de hoje, explicava o imbroglio.
“Ex-aeromoça e, hoje, estudante de direito, Fernanda passou a fazer dieta e a se exercitar durante duas horas todos os dias, pensando nas fotos”, lê-se. “A pessoas mais próximas, dizia que o cunhado Temer não estava gostando nada da história. ‘Mas eu vou até o fim. Não é justo perder um contrato por causa desse parentesco’, confidenciou, em meados de abril”.
A partir daí, ela deixou de atender telefonemas. Em outubro (seria capa de dezembro), mandou uma carta cancelando tudo. “O departamento jurídico da Editora Abril notificou Fernanda pelo descumprimento do contrato e pede agora a ela que pague uma multa de 60% do valor que receberia pelas fotos, além de compensação por perdas e danos. O clima é de pesar”, afirmava a Veja.
“Primeiro, sumiu de vista a deslumbrante Marcela Temer – depois do estrondo na posse, ela apareceu em público apenas uma vez, durante o lançamento de um programa de saúde do governo Dilma. Agora, outra beldade da família Tedeschi se retira. Não é possível imaginar que um único brasileiro lucre com essa desistência. Nem um.”
A transição das duas manas, de “beldades” a senhoras de santana, é impressionante. Na recente elegia de Marcela, Fernanda aparece en passant, falando que “Marcela sempre chamou atenção pela beleza, mas sempre foi recatada”.
Quem pagou a multa pelo não cumprimento contratual?
Você. Ou seja, Michel Temer, segundo noticiou-se à época. Foram 300 mil reais. Se ele assumir o trono, a canonização de sua família, agregados e agregadas incluídos, vai render muito, muito mais.
PDT expulsa deputados que votaram pelo impeachment
por Domingos Matos
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A decisão do PDT de votar contra o impeachment foi tomada em dezembro do ano passado, sendo referendada posteriormente, por unanimidade, pelo Diretório Nacional reunido em Brasília dia 22 de janeiro; e, por último, confirmada na
Reunida no último dia 18 na Sede Nacional do partido, em Brasília, os membros da Comissão Permanente discutiram o comportamento dos deputados do PDT e, ao final, confirmaram a decisão de expulsar os deputados infiéis.
Votaram contra a determinação da direção do partido e foram expulsos, de ofício, os deputados federais Mario Heringer (MG), Sérgio Vidigal (ES), Giovanni Cherini (RS), Flávia Morais (GO), Subtenente Gonzaga (MG) e Hissa Abrahão (AM). (Com informações de pdt.org.br)
Itabuna
Já em Itabuna, o pré-candidato a prefeito pelo partido de Leonel Brizola, Dr Mangabeira, e boa parte da comissão provisória local cansaram de defender o golpe. Tanto queriam mostrar a posição golpista que confeccionaram cards para mostrar sua posição nas redes sociais. A peça golpista que ilustra esse post foi postado por uma integrante da direção do partido em Itabuna.
Fala, Carlos Lupi!:
Geraldo critica ação da prefeitura frente à crise da água
por Domingos Matos
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A principal crítica é em relação ao destino que se quer para a Emasa, em meio às turbulências atuais. “Acho incoerente, por exemplo, que, enquanto o governo do estado tem ajudado para minimizar os efeitos da atual crise de abastecimento, o prefeito esteja negociando entregar a Emasa para empresas privadas, como a Odebrecht, Águas do Brasil e Casa Propria Construtora”, observa Geraldo.
Ele destaca que o estado vem atendendo o município com carros-pipa, 130 tanques de 5 mil litros, perfuração de poços e consultoria. “Além de construir uma barragem de R$ 120 milhoes, que resolverá esse problema de forma definitiva”, elenca.
Geraldo prega que a solução mais apropriada é o retorno do controle da Emasa para o governo do estado. “Isso poderia ser feito com o compromisso, em contrapartida, de abreviar a construção da barragem, a universalização da coleta e tratamento de esgoto, além da manutenção dos trabalhadores concursados na estrutura estadual”.






Geraldo Simões: agora, é intensificar a luta nas ruas
por Domingos Matos
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Para Geraldo, mais do que nunca, a luta pela legalidade e contra o golpe, deve ser travada nas ruas. "A partir de agora, a luta será travada no Senado, com o apoio das ruas. A democracia foi golpeada, mas a luta continua", concluiu.
Wagner: Câmara ameaça 30 anos de democracia
por Domingos Matos
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Do Brasil 247
O processo segue agora para o Senado. "Confiamos nos senadores e esperamos que seja dada maior possibilidade para que ela apresente sua defesa, e que lhe seja aplicada justiça", acrescentou o ministro. Para Wagner, a votação deste domingo "foi uma página triste virada pelos deputados".
Leia abaixo a íntegra de sua nota, divulgada logo após a decisão:
"Foi um retrocesso a instauração de processo de impeachment contra a Presidente da República, Dilma Rousseff, eleita por 54 milhões de votos e sem nenhum processo e crime de responsabilidade. De modo que a decisão da Câmara dos Deputados ameaça interromper 30 anos de democracia no país.
Caberá ao Senado processar e julgar a presidente Dilma, que continua no cargo até o final do julgamento. Confiamos nos senadores e esperamos que seja dada maior possibilidade para que ela apresente sua defesa, e que lhe seja aplicada justiça. Acreditamos que o Senado, que representa a federação, possa observar com mais nitidez as acusações contra a presidenta, uma vez que atingem também alguns governadores de estado.
Foi uma página triste virada pelos deputados que concordaram com argumentos frágeis e sem sustentação jurídica do relatório do deputado Jovair Arantes.
Digo que é um retrocesso porque se trata de um impeachment orquestrado por uma oposição que não aceitou a derrota nas últimas eleições, e que não deixou a presidenta governar, boicotando suas iniciativas e a retomada do desenvolvimento do país.
Os deputados fecharam os olhos às melhorias dos últimos 12 anos, aos avanços, à inclusão social, índices históricos de crescimento econômico e à redução da pobreza".
Jaques Wagner




Análise de PHA: A Casa Grande venceu com a mão de gato da Globo
por Domingos Matos
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A Câmara dos Deputados preferiu aceitar o Golpe e encaminhar o destino do Governo Dilma ao Senado.
Por maioria simples, o Senado dirá se aceita a decisão da Câmara.
Se aceitar, depois, por 2/3 dos votos terá que dizer se Dilma deve ser deposta ou não.
Sempre haverá a possibilidade de o Governo recorrer ao Supremo, última trincheira do respeito à Constituição.
O espetáculo na Câmara foi uma catástrofe.
Dilma caiu ali em nome de Deus.
Os Golpistas se esqueceram a questão central – as pedaladas – e se concentraram em invocar Deus.
E se valeram da armadilha regimental montada pelo corrupto Cunha.
Foi uma vitória retumbante da Casa Grande.
A Casa Grande, como se sabe, não tem voto.
Dá Golpe.
Com a mão de gato da Globo.
Paulo Henrique Amorim
O DataCaf mantém a previsão: o Governo tem entre 190 e 200 votos.
E com isso não vai ter golpe!
Desde a última previsão, o movimento nas ruas só aumentou.
O povo sabe o que significa o Golpe, onde chega a Ponte para o Futuro do gatinho angorá dos militares, o Moreira Franco.
O povo sabe por que o Padim Pade Cerra quer o Golpe: para dar o pré-sal aos americanos da Chevron.
É a mesma Casa Grande de Vargas, JK e Jango.
Do mensalão e da Lava Jato.
É o desespero de quem não tem os votos.
São os mesmos torturadores da Dilma – na OBAN e na Câmara, hoje.
Os mesmos, a serviço dos mesmos – da elite!
O povo não é bobo, em várias instâncias.
A fuga de Brasília – prevista pelo senador Requião – desfalca mais os que querem o impeachment mas tem medo de se queimar, do que aqueles que não querem o impeachment mas tem medo de se queimar.
Além disso, quem tem que garantir o quórum são os Golpistas!
Sempre há um elemento a considerar: “o elemento humano”, como diz um informante do Conversa Afiada.
E o “elemento humano” tanto pode ser a covardia como a insuspeitada coragem!
Há a considerar que na Historia Universal da Infâmia, esse talvez seja o pior Congresso da Historia do Brasil supostamente democrata.
O Congresso eleito com o dinheiro de um “bandido” – segundo o deputado Silvio Costa -, o Eduardo Cunha, que, segundo Costa, sabe que vai se afundar, mas quer levar “ela” junto.
É o Congresso do deslavado e lavado dinheiro das empresas, que o Gilmar (PSDB-MT) tentou preservar.
Segunda-feira, Cunha perdeu a serventia.
E a Justiça (sic) poderá encarcerá-lo.






Artistas botam a cara pela democracia
por Domingos Matos
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Olha ele! Cunha diz em entrevista que impeachment de Dilma é golpe
por Domingos Matos
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Em entrevista ao programa Roda Viva, da TV Cultura, há pouco mais de 1 ano atrás, Cunha dá uma aula de interpretação da constituição e postura democrática aos seus entrevistadores medíocres e despreparados.
Quando perguntado sobre a possibilidade de um impeachment, Cunha explica os motivos pelos quais as acusações contra Dilma, mesmo se comprovadas, não se qualificam nos requisitos para um processo de impeachment. (E não, nada mudou, juridicamente, de um ano pra cá, que pudesse tornar esse processo de impeachment qualquer coisa próxima do constitucional).
Cunha também apontou diferenças importantíssimas em relação ao impeachment de Collor em 92 (que nos serve de base de como fazer um impeachment dentro das leis, sem polêmica jurídica). Em 92 houve acusação da procuradoria geral da união, uma CPI foi instaurada, provas contundentes coletadas e posterior condenação de Collor. Somente após isso um processo de impeachment foi acatado pelo então presidente da câmara dos deputados à época.
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