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Aliás, os cadeirantes viram os obstáculos – que já não eram poucos – se multiplicarem de forma absurda, uma vez que em toda a extensão da avenida, as rampas de acesso foram removidas e ainda não foi dada nenhuma solução pela engenharia.
Será que essas pessoas terão que esperar a conclusão da obra para poder transitar pela avenida? Porque, por enquanto, ninguém possui cadeiras voadoras para saltar os novos meio-fios. Caberiam umas rampinhas adaptadas nas bordas dos passeios, enquanto não se conclui a obra. É o mínimo que se poderia fazer.