Adylson Machado
Samu I
Sabido o que recebem de trotes atendentes do SAMU, Corpo de Bombeiros, Polícia Militar. Brincadeira com o sério, pondo em risco integridade ou vida de alguém. Isso tem levado a que haja verdadeira sabatina quando se liga para o atendimento.
Semana passada, este escriba buscou a urgência do SAMU para um vizinho hipertenso, inteiramente desacordado. Faltou-nos paciência para tanta pergunta, inclusive em torno de aspectos clínicos, impossíveis de resposta por falta de conhecimento.
Depois do périplo, enquanto o desespero tomava conta do ambiente, a atendente passou para um médico. Nossa paciência se esgotou e buscamos o carro na garagem para irmos pessoalmente nos apresentar, porque identificados todos já estavam (nomes, endereços, profissões etc.).
Felizmente nada aconteceu de mais grave.
Samu II
E uma solução simplérrima: adotar um registro e arquivo de chamadas, em computador, identificando quem telefona. Verificará se a pessoa já telefonou antes e o resultado da busca.
Muito melhor do que ficar um desesperado na linha e dois profissionais (atendente e médico) no outro lado perdendo tempo.
Pode custar caro
Aécio Neves rechaça qualquer relação com a quebra do sigilo fiscal de pessoas vinculadas a José Serra, como depôs Amaury Jr. à Polícia Federal. É possível. Mas nenhuma dúvida há de que a quebra, encomendada pelo próprio Amaury, se efetivou, a serviço do jornal Estado de Minas, para sustar iniciativas do tucanato serrista contra a pré-candidatura do mineiro para 2010. A “inteligência” a favor de Serra teria o comando do deputado federal Marcelo Itagiba. Disputa interna do PSDB, utilizada maliciosamente na campanha de Serra, como iniciativa do PT.
Depois das eleições muita coisa vai rolar. E pode chamuscar Aécio Neves e seus “aloprados”.
Mídia esforçada
O jornal mineiro HOJE EM DIA publica duas reportagens desnudando completamente a disputa entre mineiros e paulistas e desmente por completo as versões trazidas pelo jornal ESTADO DE MINAS e rede Globo para as denúncias de Amaury Jr.
Para maiores detalhes www.advivo.com.br/luisnassif/
Faltou sangue
Escrevemos neste DE RODAPÉS E DE ACHADOS (26 de set.) que faltava uma Rua Toneleros nessas eleições, famoso incidente em agosto de 1954, onde perdeu a vida o major Vaz e Lacerda deu um tiro no próprio pé (tanto que não entregou à polícia, para a perícia, o revólver que portava). O incidente no Rio de Janeiro, quando o tucano foi “atingido” pelo bólido lançado por petistas que realizavam um protesto contra a sua presença parecia a Rua Toneleros de que Serra precisava.
Vendo-se a imagem no SBT (não editada como a da Globo) nenhuma reação teve Serra depois de atingido, levando a mão à cabeça somente depois de um telefonema. Daí até o hospital, um pulo.
A tristeza tucana fica no detalhe: faltou sangue.
Basta não ver a Globo
No jogo de informação/manipulação de imagens de bolas de papel e de crepes atingindo o campo de pouso de Serra, uma circunstância está passando ao largo: o segundo lançamento ocorre em torno de 15 a 20 minutos depois do primeiro.
Com um detalhe: depois que José Serra atende a um telefonema. Não poderia o autor do novo bólido ser um tucano, para gerar a nova Rua Toneleros?
Especular não custa nada!
Armação deixa jornalistas da Globo envergonhados
Também “Escândalo: a fraude do vídeo que a #globomente exibiu” e “Até jornalistas do JN vaiam Ali Kamel”, em http://www.conversaafiada.com.br/
Por essas, a Globo continua a mesma, como em 1989. Lá com Alberico; hoje, com Ali Kamel.
Desespero ou caráter?
José Serra, ao participar concretamente da farsa deixou para sempre a vocação de estadista para assumir a de malabarista. Neste último caso, nenhum circo o aceitará, por ser péssimo no que faz.
Sairá da campanha como SERROJAS, uma fusão de Serra com o goleiro chileno Rojas.
Rojas foi banido do futebol. Já Serra…
Huum! Muito estranho
Sempre questionamos – se até o Pentágono já foi alcançado por invasores – por que “desmoralizaria” a urna eletrônica o voto impresso para conferência, se isto ofertaria maior transparência e credibilidade?
Diante de tanta “certeza” não entendemos a insistente propaganda do TSE veiculada no sentido de fazer crer ao eleitor em torno da segurança da urna.
Cá para nós – sem alarmismo ou paranoia – tem gato na tuba. Quem sabe para diferenças nas pesquisas em torno de 5%… Facilmente explicáveis na variação para mais e para menos!
Tudo pode acontecer
No roteiro golpista, conhecido de tantos anos, o incidente ocorrido no Rio de Janeiro vai agitar as mentes que perderam o equilíbrio no curso do processo eleitoral. O “índio” levantará a borduna e dará o grito de guerra, nome, por sinal, do Presidente do PSDB.
Se a dimensão do desespero se aprofundar no ninho emplumado, tudo pode acontecer: até um atentado de “verdade”, que atingirá um tucano, cometido por outro “tucano” vestido de vermelho e empunhando uma bandeira estrelada.
A nova farsa só será descoberta depois das eleições, quando o resultado for definitivo.
Eva Lima
Caro Eduardo: só quem sabe de Eva, de Geny etc. são os que as conhecem. Se depender do atual gestor só existe na FICC o poeta Cyro de Mattos, o contista Cyro de Mattos, o cronista Cyro de Mattos, o orador Cyro de Mattos, a cultura de Cyro de Mattos, a biografia de Cyro de Mattos…
Haja Mattos para tanto Cyro!
Marina no limbo
Agenor Gasparetto em seu Política, Pesquisa, Literatura (agenorgasparetto.zip.net) concorda, sem expressá-lo, com avaliação nossa (“Falou para o vazio”) referente a Marina Silva (DE RODAPÉS E DE ACHADOS, 16 de outubro), de que só teria utilidade se apoiasse Serra.
Como não fez perdeu espaço. Ninguém mais fala nela. Que não se torne Marina/2010 a Heloisa Helena/2006.
Serra e os demônios
A encenação no Rio de Janeiro bem pode ter sido coisa dos “demônios”.
Itororó I
Sobre Itororó, na edição anterior, observamos a circunstância de a petista Dilma Roussef ter tido o pior desempenho eleitoral da Comarca justamente onde governa o PT. Depois da visita que fizemos à terra da carne de sol recentemente concluimos que a insegurança pode ser um forte componente a envolver o resultado das urnas, já que a vida humana perde o valor em ritmo alucinante naquela cidade e o número de homicídios é assustador, talvez, proporcionalmente, o maior do País.
Espera-se por um milagre: que a visita de Gugu Liberato mude o quadro, tanta a agitação popular que acompanhou, ao vivo e em cores, a entrega de uma casa dentro do programa “De volta para o aconchego”.
Itororó II
Que hoje só fala em Coronel Souza Neto, com saudade e agradecimento.
Itabuna no FIAC
Os produtores culturais Eva Lima e Ari Rodrigues estavam presentes no primeiro. Nessa terceira edição Ari (que também esteve no anterior) é o único produtor do interior da Bahia, “importado de Itabuna”.
Ainda bem que não depende do mecenato de certo gestor destas plagas.
Depois de tudo
Rir pra não chorar!