Gestão plena da saúde? Só com tudo andando direitinho

por Domingos Matos
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Se alguém imaginava que ganharia de presente, no dia do centenário, a volta da gestão plena da saúde para o município de Itabuna, é hora de tirar o cavalinho dessa chuva fria que nos castiga e empregar as energias em outras frentes. Não existe essa possibilidade, garante a presidente do Conselho Municipal de Saúde, Maria das Graças.

Apesar das supostas negociações envolvendo troca de favores entre o governo estadual e o prefeito Capitão Azevedo, a presidente do CMS diz que, para a volta da plena, é preciso que as ações de saúde da atenção básica estejam implementadas, funcionando plenamente. "No fim das contas, quem diz se o município merece o controle único da saúde é a população", afirma Graça.

A população diz, mas o conselho é quem aprova. Após fazer o dever de casa, o município terá que se enquadrar e propor um termo de compromisso de gestão. Esse é o documento que será analisado pelo Conselho Municipal de Saúde, que dará seu parecer, com base no que o município oferece no TCG, em comparação com a realidade da coisa.

Daí, o documento segue para a comissão bipartite intergestora (Sesab mais secretários municipais de saúde da Bahia) e, depois, para a tripartite (Ministério da Saúde, secretarias estaduais e secretários municipais). "Com certeza, isso não ocorre até o dia do centenário, nem se resume a uma conversa política. Os serviços prestados devem ser satisfatórios". 

As declarações de Graça Souza foram dadas ao apresentador do programa Bom dia, Bahia, Ederivaldo Benedito, na Rádio Nacional.

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