O resultado é que inúmeras famílias são obrigadas a se virar para armazenar água do jeito que conseguem. E isso inclui a utilização de vasos pet, baldes, panelas, tudo.
"Toda semana é a mesma coisa, quem quiser roupa lavada tem que ir para casa de parentes em outros bairros; escovar os dentes por aqui tem sido quase impossível. Lavar a louça tem sido outro sacrifício", desespera-se uma moradora.
E o que diz a Emasa? "Os atendentes, sempre muito ‘educados’, dizem que os manobristas não passam para eles nenhuma irregularidade no fornecimento de água nessa rua".
Ou seja: se o manobrista não falou, não existe problema. A água é mole, a subida é dura. Mas a paciência das pessoas tem limite.