"Existe uma abordagem, uma forma de agir, digamos assim, do grupo do PMDB, que não é muito… Não sou muito simpática. (…) Te falo assim do ponto de vista político: posicionamentos políticos que não me agradam. Vivemos por muito tempo aqui na Bahia com uma abordagem semelhante e isso é passado", disse.
A deputada, que rompeu politicamente com Geddel, insinuou ainda que a posição política do prefeito João Henrique (PMDB), em manter o apoio a Geddel, é influenciada pela sua condição de chefe do Executivo: "Ele é prefeito da terceira maior capital do País, tem responsabilidade sobre três milhões de habitantes e precisa desse apoio, precisa das verbas. Ele hoje é PMDB, eu sou PSC. Tenho certeza que pelo caráter, pela pessoa que ele é, ele faz qualquer coisa por Salvador. Até mesmo suportar o insuportável…", afirmou.
Sem fugir da polêmica, a primeira-dama disse ainda que, apesar de opinar na formação da equipe do prefeito João na Prefeitura, não prevalece a "fama" de que "a esposa manda". "Quero dizer, com toda sinceridade, que se eu mandasse, pessoas que estão não estariam lá, eu não faria algumas coisas da forma que são feitas", disparou.